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Quanto à recepção das declarações em papel, que a Repartição de Finanças de Palmela descentralizava e efectuava na sede da Junta, com instalações e logística disponibilizadas gratuitamente pela autarquia, a Junta lamenta que a Administração Central tenha tomado essa decisão, que penaliza gravemente muitas centenas de pinhalnovenses, em particular idosos, que tinham acesso a esse serviço na sua área de residência e que agora se vêem "empurrados" para agências ou para o balcão de Palmela, ou a criar email que não utilizam nem sabem o que é...
Assim, apesar de ter decidido manter em 2009 o Protocolo com a Direcção Geral dos Impostos para apoio à entrega por via electrónica, a autarquia denuncia as medidas economicistas penalizadoras dos cidadãos e destruidoras de um serviço público de qualidade, distanciando os serviços dos cidadãos e desobrigando o Estado das sua funções, fechando serviços e reduzindo trabalhadores da Administração Pública.
Estas razões, a par da crescente necessidade de respostas para uma Freguesia com cerca de 27.000 habitantes, levam a Junta de Freguesia de Pinhal Novo a voltar a insistir na necessidade de um serviço de atendimento das Finanças em Pinhal Novo integrado numa Loja do Cidadão, aproveitando-se as instalações disponibilizadas para o efeito pela Câmara Municipal de Palmela, no Novo Mercado Municipal/Complexo de Serviços, a inaugurar em breve.
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